sábado, 24 de julho de 2010

volta

não posto a um bom tmpo, e já q acabei d voltar d viajem qria lhes contar como foi essa volta ao "lar"
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ela se cansou da vida, percebeu em apenas 7 dias, que tudo parecia ser uma mentira. Quando voltou de suas férias finalmente percebeu que não estava ao alcanse de suas simples metas, apenas daquilo que já haviam lhe proporcionado...então cansada daquele ambiente, já não é mais tão doce com as pessoas a suas volta, já não sorri mais ingenuamente como antes, apenas respira esperando que cada vagaroso momento de sua vida passe.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Tocou o telefone, era ele. Respirei fundo e atendi:
-Oi.
-Oi, tudo bem?
-Uhum, e você?
-Não.
Nesse momento o desespero estava tomando parte de mim.
-O que aconteceu?
-Quero voltar.
-Agora é tarde.
-Mas eu te amo e sei que você ainda me ama também.
-Eu te amava.
-Só preciso de uma segunda chance para te fazer feliz.
-Você me machucou muito.
-Eu nunca mais vou fazer isso, eu te amo.
-Como eu vou confiar se você me falou que nunca me machucaria e me machucou demais?!
-Só mais uma chance.
-Não sei.
-Por favor!
Uma lágrima escorreu do meu olho ao ouvir aquela voz de choro que me derretia sempre.
-Eu te amo muito, mas você me machucou demais, não quero sofrer tudo de novo.
-Mas isso não vai acontecer.
-Tenho medo.
-Não precisa.
-Vem aqui em casa que a gente conversa.
-Eu já estou aqui embaixo. Vamos no shopping conversar?
-Não, vamos conversar aqui no prédio mesmo.
-Ok.
Desci para encontra-lo.
-Oi.
-Eu te amo.
Nós dois estávamos chorando.
-Não faz isso comigo. Você me machucou muito, eu não quero mais sofrer.
-Eu nunca mais vou te machucar, eu prometo.
-Você não me ama mais. Você está sozinho e agora precisa de alguém. Acha que sou eu, mas não sou. Se ficarmos juntos, alguém vai se machucar, e o mais provavel é que eu me machuque porque eu te amo, e quando você perceber que não é a mim que você ama, irá embora de novo e irei sofrer tudo outra vez.
-Eu só amei duas pessoas na minha vida: minha ex namorada e você. E você eu ainda amo.
Ele pegou o violão e começou a tocar:
"E se um dia eu te dissesse o que eu sinto por você, se as palavras insistissem em querer dizer. Sobre as promessas que a gente fez, sobre as lembranças e os sonhos que guardei pra ti. Eu só queria que você soubesse que eu não vou mais desistir, eu só queria que você dissesse outra vez estou aqui. Lemnbra daquele dia quando a gente se encontrou, lembra daquele beijo e de tudo que você falou. A música tocando eu só queria escutar, a sua voz me dizendo que vai voltar. Eu só queria que você soubesse que eu não vou mais desistir, eu só queria que você dissesse outra vez estou aqui. Numa tarde qualquer, menina eu vou te mostrar, que o mundo vai além do que você pode sonhar. Com o mesmo sabor, gosto de primeiro amor, olhando nos teus olhos eu vou te falar que. Eu só queria que você soubesse que eu não vou mais desistir, eu só queria que você dissesse outra vez estou aqui. Eu só queria que você soubesse que eu não vou mais desistir, eu só queria que você dissesse outra vez estou aqui. Estou aqui, estou aqui."
Nesse momento eu já estava chorando muito então, ele me beijou:
-Eu te amo.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Estava sentada na Starbucks da Alameda Santos twittando do meu celular. Pedi um frapuccino e fiquei. De repente uma pessoa parou na frente da minha mesa.
-Oie Giu!
Reconheci aquela voz, e olhei para cima. Ao levantar a cabeça vi aqueles olhos verdes e aquele cabelo loiro e bagunçado do jeito que eu gostava que ele usasse.
-Oi!-surpresa e feliz-
Nós dois abrimos um sorriso e nos cumprimentamos.
-Posso sentar aqui com você? Você está esperando alguém?
-A Anie está vindo pra cá, senta aí e espera comigo! E você, vai encontrar alguém?
-Meu best! huhu.
Começamos a rir.
-Ah, então ele pode sentar aqui também quando ele chegar, né?!
-Sim sim. Que que você está fazendo aí no seu super celular hein?!
-Tô no twitter, mas já vou sair.
Saí da internet e deixei o meu celular em cima da mesa e fiquei olhando para aqueles olhos verdes.
De repente, meu celular que estava na frente dele tocou.
-Posso atender Giu?
-Quem é?
-Ana Fazza... Cas...?!
Começamos a rir e ele atendeu o celular. Então o celular dele começou a tocar e estava escrito o nome do best dele.
-Posso atender?
-Sim.
Atendi o telefone.
-Alô?!
-Oi? Quem é?
-Oi, é a Giulia... Tô aqui com ele na Starbucks, mas ele está falando no telefone.
-Ah tá, você avisa que eu estou chegando aí?
-Aviso sim love.
-Brigado, beijos.
-Beijos.
Desliguei o telefone e ele também havia desligado. Falamos ao mesmo tempo:
-O que ele/ela queria?
Começamos a rir.
-Ela tá chegando.
-Ele também.
Continuamos ali esperando. Estava conversando com ele quando vi os dois na porta. Ele abriu a porta para ela, mas ela nem viu quem era.
Veio andando com passo acelerado em direção a nossa mesa e ele veio andando lentamente.
Ela já chegou nos zuando e sentou do meu outro lado, o que estava desocupado.
Ele chegou e sentou do lado dela, na única cadeira que estava vazia, entre seu melhor amigo e ela.
Quando ela virou para o seu lado direito, viu quem era, e ele falou:
-Oieee, tudo bem?
Ela ficou sem reação, como já era esperado por todos, menos por ele.
-Tudo...
Começamos a rir, e eles dois não entenderam nada. Então, achei melhor intervir:
-Então, essa é a Anie Fazza.
-Ahh, é você? Que linda!
Ela continuava sem reação, e eu precisava conversar com ele:
-Oww, quem é o seu melhor amigo?
Ele ficou confuso, mas apontou para seu lado direito:
-Porque?
Eu e a Ana começamos a rir e os dois não entenderam mais nada.
-Explica -ainda muito confuso.-
-Anie, explica aí.
-Então, é que um "amigo" meu -ela fez questão de enfatizar as aspas- falou que era o seu melhor amigo e talz, aí eu queria saber.
-Amigo seu? Que amigo? -ainda confuso.-
-O Jones.
-Jones? Quem é Jones?... Ah, lembrei...
Nós quatro começamos a rir.
-Então, não é não, na verdade, eu não o conheço direito. Toquei com ele uma vez, e saí com ele umas duas vezes, mas nem falo muito com ele, não curto muito ele não.. Ah, desculpa ele é seu amigo né?! Esqueci...-com vergonha-
-Não, magina, tudo bem. Não é meu amigo não, só o conheço.
-Ah tá.
Acabou o assunto e ficamos um tempo em silêncio. Até que um deles perguntou:
-Ow, o que vocês duas vão fazer hoje a noite? Tem aula amanhã?
-Não vamos fazer nada, por enquanto. Tem aula amanhã, mas não vamos não. Por quê?
-Vamos sair? Eu passo pra pegar vocês na casa de uma das duas às 20h30, e depois levo vocês pra casa.
-Tá, mas não leva a gente pra casa depois não, porque a gente não pode chegar em casa de madrugada.
-Ah é?! Hm.. ok. A gente fica com vocês até de manhã então.
-Ah, ok. Bom, são 17h00 já, vamos pra casa nos arrumar então.
-Tá, pego vocês na casa de quem?
Conversei com a Ana e achamos melhor que ele nos pegasse na minha casa, já que podíamos passar na casa da Ana, pegar as roupas e maquiagens e ir pra minha casa, mesmo porque não tinha ninguém na minha casa. Achei que não precisávamos explicar tudo isso para ele, e resolvi só responder sua pergunta:
-Na minha casa. Vou te passar o endereço.
-Não precisa. Eu sei chegar lá.
-Mesmo?
-Mesmo! 20h30 nós estamos lá. Nós dois, ok?
-Ok. Até mais tarde.
Nos despidimos e saímos.
No caminho para a casa da Ana conversávamos, sem acreditar, sobre o que acabará de acontecer.
-Nós realmente vamos dar rolê com eles Giulia? Como você não me avisou que eles iriam?
-Eu não sabia flor, fiquei tão surpresa quanto você. Estava lá sentada te esperando, ele chegou e me falou que o best dele estava indo pra lá e perguntou se podia se sentar. Quando você ligou, eu já sabia que ele iria, mas aí achei melhor fazer "surpresa". Só não entendi, como você não o viu quando ele abriu a porta pra você.
-Eu nem olhei pra cima.
Passamos muito rápido na casa dela e fomos pra minha.
Chegamos lá, tomamos banho, nos arrumamos e às 20h00 estavamos prontas, sentadas no sofá esperando.
Ficamos esperando impacientemente eles chegarem. Quando deu 20h32 a Ana não aguentou:
-Eu sabia, eles não vem.
-Calma Anie, eles vem, estão atrasados só 2 minutos. Já devem estar chegando.
-Hm... ok.
Continuamos esperando. Quando olhei no relógio e vi que eram 20h45, resolvi ligar. Peguei o telefone e disquei os quatro primeiros numeros, então a campainha tocou.
Saímos, abrimos o portão, e os dois estavam fora do carro.
Eles estavam lindos. Aqueles olhos estavam mais verdes do que nunca.
-Vocês estão lindas.
Nós duas com vergonha:
-Brigada.
Entrei no banco do passageiro, e a Ana entrou atrás com o melhor amigo dele.
Ele olhou para mim e perguntou:
-Eae, vamos para onde?
-Ah, não sei... vila?
-Ok.
Fomos para um barzinho na vila, ficamos ali a noite toda, e quando eram 5h00 resolvemos ir para a Paulista, para ver, ali, no Masp o sol nascer.
Vimos o sol nascer, fomos tomar café e fomos, os quatro, para a casa dele. Aquela casa que era conhecida para todos nós: com aquele computador e aqueles instrumentos. Ficamos lá conversando, e os dois tocando violão.
Quando eram 12h30 fomos almoçar no América. Almoçamos e eles nos deixaram na esquina da casa da Ana. Ele me deu um beijo, e seu amigo deu um beijo na Ana.
-Precisamos combinar isso mais vezes. Eu passo pra pegar vocÇes e a gente sai.
-Com certeza.
Os quatro começaram a rir, eles entraram no carro e nós na casa da Ana, precisando urgente dormir, e ainda sem acreditar muito no que havia acontecido.

By: Giulia (:

Talvez seja a melhor solução.

Será que estou agindo errado ao expor a minha opinião sobre as coisas? Acho que não. O que acontece, é que as pessoas estão estranhando porque eu senpre abaixei a cabeça para tudo e sempre fiz tudo do jeito que era melhor para os outros.
Achei que deveria mudar, que eu seria mais feliz e seria mais respeitada pelas pessias, mas na verdade, desde que mudei minha forma de agir, só briguei com as pessoas que eu mais amava, então acho que vou voltar a agir como antes e abaixar a cabeça para tudo e todos. Será que é a melhor solução?

by Giulia (:

domingo, 4 de julho de 2010

Onde antes era colorido, agora só sobrou cinza. Nada mais faz sentido, nada mais está claro nem feliz. A felicidade que vinha das cores, foi embora junto com elas. O cinza trouxe tristeza, melancolia.
O que antes era acordar vendo as mais variadas cores e com isso ter vontade de sorrir; hoje é acordar e não vê-las, não ter mais motivos para sorrir.
A única coisa que resta é saudade daquele tempo, melancolia, tristeza e um vazio muito grande.
Paz não é uma palavra que está mais presente. Só há brigas, não há mais momentos bons, não há mais civilização, nem alegria, nem sorrisos. Só lágrimas, dor, brigas e discussões.
O que podia fazer alguém ser feliz, não existe mais aqui. Não dá mais para viver assim, não gosto dessa situação, mas não sei mais o que fazer para mudar.
Sinto-me como se fosse um peso na vida de todos. Uma pessoa que só consegue enxergar cinza com certeza não é uma boa companhia.
Camuflo-me em certas coisas para aparentar mais feliz. Mas as aparências enganam, e como eu me sinto não é como aparento.
Todos os dias são iguais. Acordo no mesmo horário. Vejo a cor cinza da manhã. Parto em busca de momentos felizes. Volto e as poucas cores que apareceram durante o dia se vão. Aqui está tudo cinza, sem vida.
Pergunto-me, para quê viver em um lugar sem vida? Ainda não achei uma resposta, mas ainda a procuro.
Pensar em sair dói, mas ficar aqui está deixando de ser uma opção. Ir embora talvez seja a pior das minhas escolhas, mas ficar aqui está me consumindo, a cada dia mais. Não sei até quando vou agüentar que isso me consuma. Não sei até quando terei algo a ser consumido.
Se eu me for, sei que sentirei falta. O que devo fazer nesse caso?

By: Giulia (:
Eu já não estava mais vendo muita graça em voltar lá. Estava cansada e chateada. Não me sentia mais avontade.
Pensei que aquelas férias, um pouco distante daquele lugar e das pessoas, eu sentiria falta e voltaria em agosto bem de novo.
Mas, lembrei que as três das pessoas que eu mais gosto de lá estavam indo embora, e que quando eu voltasse em agosto, não encontraria nenhuma das três.
As três pessoas que eu mais amava, que mais me faziam bem, que faziam com que eu me sentisse bem, e que eu achava que realmente se importavam comigo, iam embora.
Com isso, eu fiquei com menos vontade ainda de voltar até lá.
Até o final das férias, não saberia o que exatamente ia acontecer. Resolvi pensar positivamente, e pensar que uma delas, a que ainda tinha chances, ia ficar, ia continuar lá, não iria me deixar.
Mas com certeza, se isso acontecer, eu vou ficar muito triste, muito mal. As três farão muita falta com certeza.

By: Giulia (:

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Pontos de Vista.

Quando tudo parece estar ruim, pensamos que não vai melhorar.
Normalmente eu só vejo o lado ruim da vida, só vejo e “ligo” para as coisas ruins que acontecem na minha vida.
Ups, isso tudo deveria ter sido escrito no passado, porque eu não vejo mais a vida assim. Tento sempre ver o lado bom das coisas agora, e isso eu consegui porque as pessoas daqui me ajudaram e me mostraram que tudo na vida por pior que possa parecer, tem um lado bom sim.
Não faz muito tempo que eu passei a conseguir enxergar o lado bom das coisas, mas foi tempo suficiente para perceber que assim a vida é muito melhor e muito mais feliz.

By: Giulia (:

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Naquele dia ela acordou tarde. Levantou, olhou no relógio que marcava 15h48, levantou-se da cama e foi lavar o rosto. Desceu para a sala ligou a TV. Do lado da TV tinha um copo que havia deixado na noite anterior antes de ir dormir.
Sua mãe não estava em casa, a casa estava vazia. Um ótimo dia para parar e pensar na vida. Pensar em tudo que lhe perturbava. Tudo que mais queria e precisava aquele dia, era ficar em casa, sozinha, pensando sem ninguém para interrompê-la.
Lembrou que tinha que escrever uma redação para escola. Então, levantou-se do sofá, desligou a TV e resolveu pensar. Pensou em tudo que estava acontecendo: nas brigas com sua mãe, na falta que sentia de seu pai, no amor que sentia por aquele menino.
Depois resolveu ligar o computador. Ligou-o, esperou até que tudo carregasse. Então, depois de tudo certo, abriu uma pagina do Word. Por um longo tempo ficou lá olhando para a tela sem saber o que escrever. Então resolveu ir até a cozinha buscar um copo de água.
Voltou à sala e sentou-se novamente na frente do computador. Pensou em escrever sobre seu amor por aquele menino já que o professor não havia dado um tema para sua redação. Mas depois lembrou-se de que teria de ler sua redação na sala, e não queria se expor tanto. Pensou então em escrever uma que falasse de qualquer pessoa, sem ter nada a ver com ela.
Tinha apenas aquele fim de semana para escrever e não tinha escrito sequer uma palavra. Continuava sem idéia para escrever nada.
Ficou o dia inteiro dentro de casa sem fazer nada, só pensando no que poderia escrever. Horas e horas na frente daquele computador. Sua mente estava ficando confusa e cansada.
Resolveu que deveria lembrar de algum livro que leu para poder tirar uma idéia. E começou a lembrar. Lembrou de vários livros, e depois de muito tempo resolveu escrever sobre um amor impossível. Nada a ver com ela, justamente por isso teve mais dificuldade de escrever e ao mesmo tempo gostou, pois não queria se expor.
Quando estava conseguindo desenvolver o seu pensamento e redigir a tal redação que precisava fazer, levou um susto com o telefone tocando ao seu lado.
- Alô?
- Oi!!
- Oi Flávia.
- Tudo bem?
- Aham e você?
- Bem! O que você está fazendo? Vamos sair? Queria ir à Augusta beber!
- Não posso, tenho que terminar a minha redação.
- Ahh, mas eu queria tanto te ver. Amanhã você termina. O Fernando vai!
- Não posso mesmo.
- Ahh, ok! Beijinhos
- Beijos.
Essa ligação havia estragado tudo. Todas suas idéias agora haviam se perdido. Como faria pra retomar tudo? Tantas horas perdidas a toa.
Ficou um tempo relendo o que já havia escrito e tentando continuar, mas foi em vão, não conseguiu mais escrever nem uma palavra.
Então, salvou o que já havia escrito, desligou o computador, subiu para o seu quarto e sentou em sua cama. Ficou pensando no que sua amiga havia dito no telefone, e não resistiu. Pegou o telefone, discou aqueles oito números que sabia decor e esperou até que ela atendeu.
- Sabia!
- O que?
- Que você me ligaria dizendo que viria!
- Ahh. Isso? Sim, então, já está indo para lá?
- Não, marquei às 23h00 na frente do Vitrine.
- Ok, daqui a pouco eu vou, irei me arrumar.
- Ok, beijinhos!
- Beijos.
Olhou no relógio e viu que já eram 22h. Precisava correr. Não por conta da distância, pois mora na Paulista, mas sim porque demoraria até se arrumar, e precisava estar linda, afinal ELE estaria lá.
Tomou banho muito rápido, escolheu o vestido mais bonito que tinha, afinal de contas estava um calor absurdo. Passou seu melhor perfume e foi fazer a maquiagem.
Passou um lápis preto por dentro do olho, uma camada bem forte de delineador preto por fora e um batom vermelho.
Colocou um salto vermelho junto com seu vestido preto e estava pronta.
Ficou então esperando sua amiga que como todas as vezes que iam na augusta, passaria na sua casa para pegá-la.
Assim que ela chegou, as duas saíram e foram direto ao Vitrine.
Chegando lá ele já estava lá. Seu coração acelerou mas manteve a calma para que ele não percebesse nada.
Desceram do carro o encontraram e foram para o barzinho na frente do Vitrine. Pediram uma cerveja e ficaram ali conversando. Enquanto ela conversava com Fernando, nem percebeu que Flávia conheceu um homem muito mais velho que ela, começou a conversar com ele e tudo mais. Muito tempo depois, quando percebeu, eles já estavam se beijando.
Saiu correndo do bar puxando Flávia e Fernando pelo braço e levando-os para sua casa. Ao chegarem em sua casa, conversaram e ela falou que o homem era muito mais velho e que ela não deveria ter feito aquilo.
Flávia ficou brava mas depois percebeu que ela tinha razão. Flávia foi embora e os dois ficaram em casa sozinhos.
Mais tarde, quando Fernando foi embora, ela ligou para Flávia contando que eles tinham ficado.


By Giulia (: